- Bem Dinorah, você tem duas opções: deixar crescer e se esconder dentro de uma grande bola de cabelo. Assim será uma gorda, velha e cabeluda. Ou, você pode ser uma gorda, velha, com um corte de cabelo transado...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
CORTAR OU NÃO CORTAR?
Resposta a uma dúvida que me assolava: Cortar ou não o cabelo. Estou me achando tão gorda e velha. Se cortar o cabelo tudo isto não vai aparecer ainda mais?
- Bem Dinorah, você tem duas opções: deixar crescer e se esconder dentro de uma grande bola de cabelo. Assim será uma gorda, velha e cabeluda. Ou, você pode ser uma gorda, velha, com um corte de cabelo transado...
- Tá bom! Corta!
sábado, 22 de outubro de 2011
Lição de casa.
Aproveito que em breve acontecerão as comemorações da semana da consciência negra (20/11) e ensino brincadeiras de origem africana, como pular corda, onoum – que é como chamam por aqui aquela brincadeira que as meninas fazem de pular elástico - e “escravos de Jó”, confesso que desconhecia a origem de qualquer uma delas, mas quando falei sobre “pular elástico”, ninguém na sala sabia o que era, falei como a brincadeira funcionava e todos gritaram:
- Ah! Professora, isto é ONOUM!
Como vocês podem ver as tradições africanas, por aqui estão bem preservadas, inclusive no nome do jogo, talvez por influência dos muitos quilombos que compõe o município. Nenhuma criança demonstra qualquer sintoma de vítima de preconceito racial, uma maioria negra facilita a coisa – o meu cabelo liso e vermelho talvez seja uma das atrações da sala de aula, todos passam a mão e perguntam se é natural. Digo que não, não é natural! - É “cereja-da-koleston”! – e eles seguem passando a mão e comentando como é diferente.
Falei para eles sobre “escravos de Jó”, a maioria sabia a música, mas nem todos conheciam a brincadeira – cantar e passar um objeto de um para outro e quando alguém erra sai da brincadeira. Resolvi fazer uma releitura das regras do jogo. - ninguém sai da brincadeira quando erra, o objetivo é fazer com que todos aprendam a jogar e termina quando todos acertam.
Sentados no chão da sala de aula, com caixas de fósforos vazias, começamos a jogar. Alguns alunos, por não saberem, ou por timidez não querem participar. Tento fazer com que entrem na brincadeira, explico que todos devem ter a paciência de Jó, que estamos na escola para aprender, ninguém nasce sabendo etc. etc.
Consigo convencer um menino - aquele bem miudinho que acorda as 4 da manhã e caminha, com uma lanterna, durante uma hora pelo meio do mato junto com o irmão, pega um barco e navega por mais uma hora até chegar a escola. Ele é muito tímido, tem uns olhos pretos como jabuticaba, senta na primeira fila e me olha com uma mistura de respeito e desconfiança, dificilmente ouço sua voz - até que finalmente ele se dispõe a jogar.
As crianças, em círculo, sentadas no chão, de pernas cruzadas ou ajoelhadas jogam, brincam, brigam, gritam como crianças que são. O menino tímido fica de cócoras, não desgruda os pés do chão, não reparo nisto, mas os colegas reparam e rindo e debochando falam:
- Ele não senta porque o sapato dele está furado e vai aparecer! – todos riem e dão gargalhadas. O menino, que estava começando a jogar e gostando do jogo, levanta e vai sentar em sua cadeira.
- Ah! Professora, isto é ONOUM!
Como vocês podem ver as tradições africanas, por aqui estão bem preservadas, inclusive no nome do jogo, talvez por influência dos muitos quilombos que compõe o município. Nenhuma criança demonstra qualquer sintoma de vítima de preconceito racial, uma maioria negra facilita a coisa – o meu cabelo liso e vermelho talvez seja uma das atrações da sala de aula, todos passam a mão e perguntam se é natural. Digo que não, não é natural! - É “cereja-da-koleston”! – e eles seguem passando a mão e comentando como é diferente.
Falei para eles sobre “escravos de Jó”, a maioria sabia a música, mas nem todos conheciam a brincadeira – cantar e passar um objeto de um para outro e quando alguém erra sai da brincadeira. Resolvi fazer uma releitura das regras do jogo. - ninguém sai da brincadeira quando erra, o objetivo é fazer com que todos aprendam a jogar e termina quando todos acertam.
Sentados no chão da sala de aula, com caixas de fósforos vazias, começamos a jogar. Alguns alunos, por não saberem, ou por timidez não querem participar. Tento fazer com que entrem na brincadeira, explico que todos devem ter a paciência de Jó, que estamos na escola para aprender, ninguém nasce sabendo etc. etc.
Consigo convencer um menino - aquele bem miudinho que acorda as 4 da manhã e caminha, com uma lanterna, durante uma hora pelo meio do mato junto com o irmão, pega um barco e navega por mais uma hora até chegar a escola. Ele é muito tímido, tem uns olhos pretos como jabuticaba, senta na primeira fila e me olha com uma mistura de respeito e desconfiança, dificilmente ouço sua voz - até que finalmente ele se dispõe a jogar.
As crianças, em círculo, sentadas no chão, de pernas cruzadas ou ajoelhadas jogam, brincam, brigam, gritam como crianças que são. O menino tímido fica de cócoras, não desgruda os pés do chão, não reparo nisto, mas os colegas reparam e rindo e debochando falam:
- Ele não senta porque o sapato dele está furado e vai aparecer! – todos riem e dão gargalhadas. O menino, que estava começando a jogar e gostando do jogo, levanta e vai sentar em sua cadeira.
Vou até o menino, falo baixinho para ele voltar a jogar, que pode ficar de cócoras. Ele balança a cabeça fazendo que não. Olho para aqueles olhos de jabuticaba que estão sérios e tristes, engulo o meu choro, estou tentando disfarçar as lágrimas quando outro se pendura no meu pescoço e fala no meu ouvido:
- Professora, deixa a gente sair, já bateu para o recreio e eu to tremendo de fome!
- Professora, deixa a gente sair, já bateu para o recreio e eu to tremendo de fome!
Ôoomôpai!
Quanta lição de casa para eu aprender!
ps.: alguns professores estão há quase um mês sem receber salários e um possível desvio da verba da merenda escolar está sob investigação.
domingo, 9 de outubro de 2011
ando pensando
... em deixar o bigode crescer, comprar um macacão de bombeiro e uma caixa de ferramentas. Quem sabe conquisto algum bonitão...
sábado, 24 de setembro de 2011
Oi!
Desculpem o sumiço – olha só quanta importância estou me dando, quem será que quer explicações sobre o meu sumiço? Bem, mesmo assim vou explicar:
Estou fazendo faculdade de Pedagogia. Tirei o primeiro lugar no vestibular! – tá bem, tá bem, a faculdade não é nenhuma federal, estadual ou coisa assim do gênero, concorridíssima. É uma faculdade, aqui na Marambaia mesmo, destas que a gente tem aula um fim de semana por mês, mas não interessa, eram mais de 50 candidatos e a véia aqui, pela primeira vez na vida, aos 57 anos, tirou o primeiro lugar em alguma coisa – o mais próximo desta classificação se deu antes do meu primeiro ano de idade, quando minha mãe me inscreveu num “Concurso de Robustez Infantil” e logrei um mísero 3º lugar - quando me olho no espelho sinto dó de quem tirou o 1º, penso com quantos quilos estará a criatura?
Tenho estudado uma porção de coisas de psicologia – talvez pudesse ser dispensada desta cadeira se apresentasse uma declaração de cada psiquiatra, psicólogo, terapeuta etc. etc. que freqüentei. Foram anos de buscas...
Além da faculdade me ocupo com a preparação das aulas. Mas o que eu gosto mesmo é de conviver com os alunos. Tenho aprendido muito com eles.
É fantástico ver o comportamento do ser humano, isoladamente ou em grupo. Pequenos ainda, se pode constatar, através de suas atitudes, suas necessidades, carências, angustias. E, como alguns são generosos, independente do quanto à vida lhes é difícil – acredito que nem saibam que suas vidas sejam difíceis – tenho um aluninho de 11 anos que acorda às 4 horas da manhã. Ele, com um irmão de 13 anos e uma tia de 15, caminham por uma hora, no meio do mato. Usam um lampião para iluminar o caminho, pois ainda está escuro. Pegam um barco e viajam, por mais uma hora, descendo o rio até chegar na escola. Quase todas as meninas de 11 anos cozinham, cuidam de irmão pequeno, arrumam a casa. E, pasmem, são crianças felizes, prestativas, de bem com a vida. Ficam felizes, um “caramelo” – como chamam aqui, eu chamo de bala mesmo. Mas, o que mais gostam é de uma boa conversa. Gostam de contar o que cozinham, como cuidam dos irmãos. Sabem fazer flores, pássaros, peixes com palha de coco, esculturas de madeira, reciclagem. Gostam de pescar, jogar bola, empinar pipa.
Tenho feito muitas descobertas, algumas muito bonitas, outras nem tanto.
Bem, estas descobertas tem tomado bastante tempo e energia, razão do sumiço.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Compras na Cidade Grande
Sábado acordamos, eu e marido, às cinco da manhã, pegamos o ônibus das sete. Um bom ônibus, uma boa estrada, uma paisagem das mais lindas e um milhão de paradas. Após 3 horas, para percorrer 100 km, chegamos ao destino – A Cidade Grande!
O marido achou melhor descer em numa parada antes da rodoviária, para passearmos um pouco pelo comércio extra-xópin. Achei que não tinha sentido, mas concordei, estava feliz e muito zen. O ônibus parou em frente a uma floricultura e quase que caio sobre inúmeras mudas de gerânios pendentes! Estou louca por eles há quase um ano! Felicidade! Mais uma vez confirmei que devo confiar no meu Anjo da Guarda. Nenhum de nós dois imaginava a existência de uma floricultura naquele local, muito menos que encontraríamos os benditos gerânios! Comprei, deixei-os guardados para buscar na volta.
Rumamos para o templo de consumo. O xópin estava cheio – véspera de dia dos pais. Adentrei na melhor loja de grife que freqüento nos últimos tempos – marisa. Fiz a feira! Calçolas, sutiãs, calças de malha molinha, por 15 contos, um vestidinho lindo de algodão – é bem difícil encontrar umas roupinhas transadinhas, o manequim UBG – Uma Barbaridade de Grande – dificulta a parada.
Enquanto comprava roupas, o marido comprava “coisas de computador” .
Fomos para a segunda etapa de compras – tranqueiras em geral. Entramos em uma loja e enchemos um carrinho com potes-com-tampas-que-realmente-fecham. O marido resolveu que precisava muito de um frigideira para fritar um só ovo – o da galinha gente! - coisa de primeiríssima necessidade, segundo ele, e o bendito saca-rolhas-decente. Carrinho cheio, fomos para o caixa. Deus é mais! Uma fila do tamanho de um bonde, que não andava. Me deu os 5 minutos, largamos o carrinho e saímos da loja – ambos desesperados por um cigarro. Fomos lá fora fumar para ver se nos acalmávamos um pouco para enfrentar a próxima fila. (aproveitei e tomei um remédio para a dor nas costas!)
Resumindo, o saca-rolhas, colocamos em três carrinhos e levamos um – por duas vezes abandonamos carrinhos – convenci o marido a abortar a idéia da frigideira, prometi que compraria de algum mascate por aqui. Encerramos a temporada de compras apesar de estar faltando metade da lista. A livraria estava fechada para reforma, o que me deixou muito frustrada, queria muito comprar o livro indicado pela Nina, “Um mundo novo”, de Eckhart Toole. Também não encontrei as “finas ervas” – e olha que eu estava na Cidade Grande!
Comi bombom recheado com cerejas ao rum, comprei licor de chocolate - teremos visitas em breve - pegamos um táxi, apanhamos os gerânios e embarcamos para a Marambaia.
Com uma montoeira de sacolas, plantinhas no meio dos pés, enfrentamos três horas de viagem de volta, das quais, duas foram ouvindo um som altíssimo de um ser mal educado, que ouvia “arrocha” – uma espécie de música que os nativos adoram e, sem dúvida, é a pior e de mais mau gosto do mundo!
Chegamos em casa cansados mas felizes. Largamos as compras e fomos comer pizza. Um lugarzinho lindo, ao som das ondas e dos coqueiros, admirando barquinhos que, atracados na pequena baia, dançavam ao suave movimento da maré. Uma lua cheia enooorrme arrematava o espetáculo.
Deu para entender porque é tão difícil sair da Marambaia?
O marido achou melhor descer em numa parada antes da rodoviária, para passearmos um pouco pelo comércio extra-xópin. Achei que não tinha sentido, mas concordei, estava feliz e muito zen. O ônibus parou em frente a uma floricultura e quase que caio sobre inúmeras mudas de gerânios pendentes! Estou louca por eles há quase um ano! Felicidade! Mais uma vez confirmei que devo confiar no meu Anjo da Guarda. Nenhum de nós dois imaginava a existência de uma floricultura naquele local, muito menos que encontraríamos os benditos gerânios! Comprei, deixei-os guardados para buscar na volta.
Rumamos para o templo de consumo. O xópin estava cheio – véspera de dia dos pais. Adentrei na melhor loja de grife que freqüento nos últimos tempos – marisa. Fiz a feira! Calçolas, sutiãs, calças de malha molinha, por 15 contos, um vestidinho lindo de algodão – é bem difícil encontrar umas roupinhas transadinhas, o manequim UBG – Uma Barbaridade de Grande – dificulta a parada.
Enquanto comprava roupas, o marido comprava “coisas de computador” .
Fomos para a segunda etapa de compras – tranqueiras em geral. Entramos em uma loja e enchemos um carrinho com potes-com-tampas-que-realmente-fecham. O marido resolveu que precisava muito de um frigideira para fritar um só ovo – o da galinha gente! - coisa de primeiríssima necessidade, segundo ele, e o bendito saca-rolhas-decente. Carrinho cheio, fomos para o caixa. Deus é mais! Uma fila do tamanho de um bonde, que não andava. Me deu os 5 minutos, largamos o carrinho e saímos da loja – ambos desesperados por um cigarro. Fomos lá fora fumar para ver se nos acalmávamos um pouco para enfrentar a próxima fila. (aproveitei e tomei um remédio para a dor nas costas!)
Resumindo, o saca-rolhas, colocamos em três carrinhos e levamos um – por duas vezes abandonamos carrinhos – convenci o marido a abortar a idéia da frigideira, prometi que compraria de algum mascate por aqui. Encerramos a temporada de compras apesar de estar faltando metade da lista. A livraria estava fechada para reforma, o que me deixou muito frustrada, queria muito comprar o livro indicado pela Nina, “Um mundo novo”, de Eckhart Toole. Também não encontrei as “finas ervas” – e olha que eu estava na Cidade Grande!
Comi bombom recheado com cerejas ao rum, comprei licor de chocolate - teremos visitas em breve - pegamos um táxi, apanhamos os gerânios e embarcamos para a Marambaia.
Com uma montoeira de sacolas, plantinhas no meio dos pés, enfrentamos três horas de viagem de volta, das quais, duas foram ouvindo um som altíssimo de um ser mal educado, que ouvia “arrocha” – uma espécie de música que os nativos adoram e, sem dúvida, é a pior e de mais mau gosto do mundo!
Chegamos em casa cansados mas felizes. Largamos as compras e fomos comer pizza. Um lugarzinho lindo, ao som das ondas e dos coqueiros, admirando barquinhos que, atracados na pequena baia, dançavam ao suave movimento da maré. Uma lua cheia enooorrme arrematava o espetáculo.
Deu para entender porque é tão difícil sair da Marambaia?
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A viagem
Estou bem animadinha, amanhã irei à cidade grande, tem até xópin.Faz mais de meio ano que não saio da Marambaia. Tenho uma lista de coisinhas para comprar. Desde calçolas, sutiã, até temperos (finas ervas) mouse, livros – Ah! Estava esquecendo - sementes de gerânio pendentes.
Meu Deus! Quantas compras!
Espero, sinceramente, que consiga comprar pelo menos metade da lista, pois normalmente, após uma viagem de três horas em um ônibus pinga-pinga, onde os passageiros se tornam personagem de um filme - às vezes comédia, outras terror, chego exausta ao destino e mal tenho vontade de merendar. As vitrines se transformam numa overdose de ofertas de coisas que não preciso. Mas desta vez estou indo bem entusiasmada, com vontade de ver novidades, comprar livros, filmes.
Bem, na volta conto como foi a aventura.
Até!
Meu Deus! Quantas compras!
Espero, sinceramente, que consiga comprar pelo menos metade da lista, pois normalmente, após uma viagem de três horas em um ônibus pinga-pinga, onde os passageiros se tornam personagem de um filme - às vezes comédia, outras terror, chego exausta ao destino e mal tenho vontade de merendar. As vitrines se transformam numa overdose de ofertas de coisas que não preciso. Mas desta vez estou indo bem entusiasmada, com vontade de ver novidades, comprar livros, filmes.
Bem, na volta conto como foi a aventura.
Até!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Estou muito puuuuta da vida!
Não consigo publicar comentário nos blogs dos amigos. Escrevo longas conversas e na hora de publicar surge uma mensagem em inglês – que não sei – que acho que diz mais ou menos isto: você não pode publicar comentários. No blog da Nina, que eu amo de paixão, no da Jane que está triste por que perdeu um peixinho. Consegui no da Sandrinha, mas de resto é triste.
Acho que vou decretar pena de morte da Dinorahcomaganofim e inventar outro. Fico muito brocha em não poder meter meu bedelho nos blogs alheios, afinal o que é a vida sem tecer comentários?
Ah! Verônica Vidal, como somos parecidas.
Beijos ao Bicho Blog, ao Irmão das Estrelas, a Aninha, a Aniz, Malu, L@, Paola.
Amo muito todos vocês e não pensem que esqueci de cada um.
Com calma vou dar um jeito no destino da Dinorah
Beijos
Dinorah
Não consigo publicar comentário nos blogs dos amigos. Escrevo longas conversas e na hora de publicar surge uma mensagem em inglês – que não sei – que acho que diz mais ou menos isto: você não pode publicar comentários. No blog da Nina, que eu amo de paixão, no da Jane que está triste por que perdeu um peixinho. Consegui no da Sandrinha, mas de resto é triste.
Acho que vou decretar pena de morte da Dinorahcomaganofim e inventar outro. Fico muito brocha em não poder meter meu bedelho nos blogs alheios, afinal o que é a vida sem tecer comentários?
Ah! Verônica Vidal, como somos parecidas.
Beijos ao Bicho Blog, ao Irmão das Estrelas, a Aninha, a Aniz, Malu, L@, Paola.
Amo muito todos vocês e não pensem que esqueci de cada um.
Com calma vou dar um jeito no destino da Dinorah
Beijos
Dinorah
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