Sente aí meu irmão É uma coisa rara de ver O ano é bom, muito bom Estou feliz podes crer
A história de Dinorah você encontra em: DINORACOMAGANOFIM: Muito Prazer! Dinoracomagánofim.



Dinorah

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Mera constatação.



Nos últimos dias pude constatar que:




Tem pais que criam filhos para adaptarem-se ao mundo. Outros, exigem que o mundo se adapte aos seus filhos.





E, que os primeiros, sofrem e causam menos dores do que os segundos.












terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dúvida existencial:

Escrito no para-choque de um carro aqui na Marambaia:




"Se correr a polícia pega, se parar o banco toma!"

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Meu Melô!




Rita Lee e Roberto de Carvalho
(1980)
Se Deus quiser, um dia eu quero ser índio
Viver pelado, pintado de verde num eterno domingo
Ser um bicho preguiça e espantar turista
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, sol

Se Deus quiser um dia acabo voando
Tão banal, assim como um pardal, meio de contrabando
Desviar de estilingue, deixar que me xinguem
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, banho de sol

Baila comigo, como se baila na tribo
Baila comigo, lá no meu esconderijo

Se Deus quiser um dia eu viro semente
E quando a chuva molhar o jardim, ah, eu fico contente
E na primavera vou brotar na terra
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, sol

Se Deus quiser um dia eu morro bem velha
Na hora "H" quando a bomba estourar quero ver da janela
E entrar no pacote de camarote

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Falta de foco, ou vivendo a vida.


Sabe quando a gente tem alguma coisa para fazer e fica adiando? Assim eu estava fazendo com o meu jardim. Já devia ter semeado novas plantinhas, mudado a terra, enfim, dado um trato, mas fui adiando, adiando, até que ontem, resolvi tomar vergonha na cara e fui para a lida! Peguei toda a traquitana de jardinagem e mãos a obra.
Estava com tudo esparramado, o pátio cheio de baldes, bacias, vassouras, sacos de terra e adubo, suando como uma porca, quando o Alberico teve a brilhante idéia;
- Dinorah, o dia está lindo, vamos para a praia?
Na mesma hora, literalmente, chutei o balde e me mandei para a praia. Estava ótimo, solzão, marzão, cervejão, cocão.
Quando cheguei em casa, olhei para o jardim – agora vocês estão imaginado que eu vou contar que me deparei com o jardim mais lindo do mundo, todo arrumadinho, limpinho, os apetrechos todos guardados e as sementinhas brotando? – nada disto. As fadinhas do jardim não vieram, continuava tudo esparramado como deixei, parecia que um furacão havia passado, mas fazer o quê? A praia estava uma delícia e este dia não voltará mais, acho que fiz uma bela aplicação na bolsa de valores dos prazeres da vida

Carpe Diem!



ps.: encontrei a Helga na praia - esta parte conto amanhã.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Meditação


Feche os olhos, relaxe. Imagine que você está numa pequena baia de areias brancas, ao fundo, um mar cor de esmeralda com águas mornas e transparentes. Acima, um céu muito azul. Uma brisa suave farfalha nas folhas verdes dos coqueiros. Sinta o cheiro do mar, a brisa amenizando o calor do sol. Ouça o murmúrio das ondas e os pássaros cantando na mata.
Suaves como anjos, quase flutuando no ar, São Manoel, São Jurandir e São Tiago recebem mártires e pecadores, com água de coco, frutas, cerveja gelada e tapioca.
Agora, lentamente, abra os olhos, observe ao redor. Você não morreu e chegou ao paraíso, nada disto. Você está muito vivo e está em uma das praias da Marambaia. Onde o sonho não acabou, pois logo, logo, um Marajá imponente virá lhe perguntar se você quer - o sonho - de goiabada ou doce de leite.
Daí me pergunto:
O que é que estou fazendo neste computador?
Tchau, vou até ali no paraíso, volto mais tarde. Fui!

domingo, 30 de maio de 2010

Tipos Cafajestes e Sinceros.

Times New Roman X ARIAL

Que implicância que tenho de escrever com este tipo de letra (eu sei que é fonte!) Times New Roman.
Acho um saco escrever com esta coisinha miudinha.
Tem um jeito esquisito.
Parece mesquinho, dissimulado – já não enxergo muito bem.
A qualquer momento as perninhas dos emes e enes se misturam, em sacanagem. Só pra me irritar.
O pobre do e fica querendo se passar por c, ou ó, ou vice e versa.
Sinceramente?
Não me parece ser um tipo de confiança!

Gosto de escrever com a Arial.
Acho uma simpatia!
É generosa, abundante e decidida.
Não tem vergonha de se mostrar.
Não é em cima do muro como o outro tipinho Times New Roman.
Enxergo todos os buraquinhos do pê e do bê. Vejo com nitidez quantas perninhas tem o eme e o ene.
Eles não ficam me sacaneando.
É clara, decidida.
Tem personalidade!

Serei eu uma neurótica que implico até com os tipos (eu sei que é fonte!) de letras?
Como se pode ver, até as letras possuem seus tipos cafajeste e sincero!

Então 10 x 0 para a ARIAL! (em negrito então! É maravilhosa).